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FEDERAÇÃO DE FUTEBOL-FFP

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quinta-feira, 3 de março de 2011

CENTRO DE CONVENÇÕES TRANSFORMADO EM ESTACIONAMENTO CLANDESTINO


      Apresentando na mídia como obra "esquecida" - falta de administração ao dinheiro público; dia 1º de março, portal 180 graus enfoca a atual realidade da situação do Centro de Convenções de Teresina, transformado em estacionamento improvisado criado na obra inacabada do Centro de Convenções, zona Norte de Teresina. Pouco depois toda a imprensa divulgou e, nesta quinta-feira, dia 3, o Governo do Estado fechou o estacionamento improvisado na obra inacabada do Centro de Convenções de Teresina e expulsou os 'idealizadores' da ideia do estacionamento.
     A informação foi repassada pelo secretário estadual de Turismo. Ele declarou que, o patrimônio público não pode ser utilizado por terceiros sem que haja um contrato legal através de licitação. O que não ocorreu. “Ademais, aquele local se destina a um Centro de Convenções e não para estacionamento", justificou o secretário. Questionado sobre quem deve dinheiro aos dois vigias, ao mestre de obras e à vendedora de quentinhas que transformaram o local em estacionamento para ganhar um dinheiro extra para poderem se alimentar, o secretário do Turismo respondeu que a dívida é da construtora. Ele garante que fez contato com a empresa em São Paulo (não disse o nome) e esta se comprometeu em pagar tudo.
      ENTENDA O CASO
      A obra do Centro de Convenções começou no último ano do primeiro mandato do governo Wellington Dias e se arrasta até hoje como uma das maiores obras inacabadas do Piauí. O órgão responsável era a Piemtur, que foi extinta na gestão do governador reeleito Wilson Martins (PSB). A empreiteira acusa o governo de não honrar os repasses das parcelas financeiras. Por isso, atrasou o pagamento dos trabalhadores. Até quem vendia quentinhas para os operários foi atingida pelo atraso. Sem dinheiro e com a obra parada, o vigia e o mestre de obras decidiram transformar o local num estacionamento e cobravam R$ 2 para cada carro ali estacionado. Agora, o sonho acabou e o pesadelo da fome voltou. "Nós estamos passando fome. Quem vai colocar comida na mesa da minha família agora todo dia?", questionou quase chorando Raimundo Nonato, que é o vigia 'idealizador do estacionamento improvisado. Com ele estavam Hugo Vieira dos Santos, outro vigia, José Viana, mestre de obras, e dona Joana Medeiro, vendedora de quentinhas.
Dados: 180graus

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